Transcodificação de vídeo, o que é isso? Streaming na prática - Cross Host
Transcodificação de vídeo

Transcodificação de vídeo, o que é isso? Streaming na prática

Nos “bastidores” das grandes transmissões ao vivo, eventos digitais, lives de sucesso ou até mesmo das grandes plataformas de Streaming, existem uma série de processos técnicos executados para garantir a qualidade final daquele vídeo ou daquela transmissão. Um desses processos é conhecido como Transcodificação de vídeo, e hoje, você vai entender tudo sobre ele.

 

O que é Transcodificação de vídeo?

A Transcodificação, ou transcoding (termo em inglês), é um processo capaz de transformar qualquer tipo de mídia codificada, como MP4 por exemplo, em um outro tipo de formato digital, muito mais compacto e adequado para ser executado em plataformas ou dispositivos com foco na usabilidade do usuário final.

Esse processo consegue converter arquivos de áudio como (mp3, mp4, WAV) ou caracteres como (UTF-8, ISSO/IEC 8859) em formatos suportados e compatíveis com a maioria das plataformas, capazes de serem executados por usuários com baixa velocidade de internet e em diversos tipos de dispositivos.

A Transcodificação de vídeo envolve a redução das taxas de bits e do tamanho dos arquivos para serem suportados e armazenados em destinos com integração limitada.

Em resumo, a Transcodificação pega um conteúdo já codificado, e cria muitas outras cópias menores daquele mesmo arquivo com outros tipos de formato em qualidades mais baixas.

 

Por que utilizar a Transcodificação de vídeo?

Transcodificação de vídeo

Qualquer profissional ou empresa que trabalhe com audiovisual utiliza a Transcodificação de vídeo no seu dia a dia. Isso ocorre porque a internet do usuário final possui limitações e variações de estabilidade e qualidade, e a Transcodificação de vídeo ajuda a adaptar essas variações, entregando um vídeo final com taxas e níveis de qualidade adequados;

A Transcodificação é um processo importante para transformar rapidamente mídias de um formato para o outro de forma ágil e eficaz, principalmente com aqueles conteúdos transmitidos em multiplataformas, que precisam ser disseminados em diversos locais ao mesmo tempo como Youtube, Instagram, site da empresa e Facebook, garantindo que todos os usuários consigam visualizá-los.  

 

Transcodificação x codificação x Codec : qual é a diferença?

A Transcodificação converte o vídeo em um tamanho menor e em diversos formatos com o objetivo de possibilitar ao usuário final, que aquele conteúdo seja adaptado ao melhor tamanho e à velocidade de internet. Por exemplo, uma pessoa que está com a internet lenta poderá assistir o vídeo em uma resolução mais baixa, minimizando o buffer (tempo de carregamento da página).

Já a codificação (encoding) é o primeiro passo de transformação em relação ao formato da mídia. Esse processo é feito através de um equipamento chamado encoder, que é uma ferramenta capaz de transformar o conteúdo de vídeo em um formato diferente daquele inicial. O objetivo da codificação é criar uma cópia digital que pode ser transmitida na internet no formato desejado.

Por fim, e não menos importante, o Codec é uma abreviatura das palavras “codificador-decodificador” e serve para codificar um vídeo para o armazenamento final e decodifica-lo para uma transmissão ao vivo. A grande diferença aqui é o processo de codificação tem o único propósito de codificar, já os codecs são projetados para uma tarefa dupla, codificar e decodificar.

 

E a Transcodificação de vídeo em nuvem, como funciona?

A Transcodificação de vídeo na nuvem (cloud) é considerada uma alternativa simples para não precisar utilizar um hardware de codificação. Enquanto este armazena várias versões de um vídeo, os Transcodificadores de vídeo na nuvem convertem e transmitem cada versão conforme ela é criada.

 

Quais pontos considerar antes de escolher um sistema de Transcodificação de vídeo?

  • Velocidade de conversão – Foque em velocidade e desempenho. Alguns sistemas executam arquivos de mídia paralelamente, sem perder a agilidade.
  • Facilidade de uso – Opte por interfaces intuitivas, com gerenciamento automático de fila. 
  • Integrações e aplicações – Escolha um sistema capaz de integrar sistemas terceiros por meio de API, permitindo maior flexibilidade de trabalho em máquina local ou via nuvem. 
  • Flexibilidade – Analise quão flexível é o sistema, quantas possibilidades de saídas múltiplas ele contempla, tipos de arquivos suportados etc.

 

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