Live commerce, NFTs e bolsa de valores: tendências para influenciadores digitais em 2022 - Cross Host
Influenciadores digitais

Live commerce, NFTs e bolsa de valores: tendências para influenciadores digitais em 2022

As novas tendências para influenciadores digitais foram divulgadas e já preveem inovações e grandes novidades. O segmento de marketing de influência está em alta e vem passando por um grande processo de consolidação nos últimos anos. Atualmente, utilizar o poder dos influencers através do Marketing de Influência em uma estratégia digital é simplesmente transmitir, através de uma voz com autoridade, admirada e confiável, informações capazes de influenciar a jornada de compra de diversos públicos, favorecendo a marca e atribuindo visibilidade e poder ao produto.

Investir nesse tipo de estratégia, tem gerado grandes resultados e retornos financeiros super positivos para as empresas, principalmente pela liberdade de poderem segmentar as suas ações, selecionando o tipo de público que gostariam de atingir com o perfil mais adequado ao seu negócio.

Em 2021 a indústria de influenciadores digitais realizou grandes movimentações e promete gerar um retorno bilionário para o setor. Segundo uma pesquisa realizada pela agência de comunicação Another, a “Creator economy” valerá US$15 bilhões nos próximos anos, portanto, é hora de parar, refletir e se planejar para conquistar uma parcela desse mercado e conhecer as grandes tendências para influenciadores digitais em 2022.

 

Tendências para influenciadores digitais em 2022

Live commerce, NFTs e bolsa de valores são os assuntos do momento  quando falamos em tendências para influenciadores digitais no Brasil. Já pensou em investir no trabalho de um influenciador digital na bolsa de valores? Ou interagir com um criador de conteúdo totalmente virtual? Fazer aquela compra preferida em uma live streaming, ou, até mesmo, realizar uma assinatura para acompanhar as sugestões de influenciadores em grupos de WhatsApp? Pois é, essas são as principais tendências para influenciadores digitais em 2022 e as principais práticas de consumo que serão ditadas pelo marketing de influência esse ano. Confira:

 

1. Live Commerce / Live Shop 

influenciadores digitaisA Live Commerce é um dos grandes destaques nas estratégias de vendas para influenciadores digitais em 2022 e o motivo é bem simples: alto poder de conversão, proximidade com o público e a possibilidade de “testar” em tempo real os produtos comercializados.

No varejo das compras de objetos reais, especialistas preveem que o live commerce será o grande filão em 2022. As transmissões ao vivo, por streaming, que surgiram com força na China e já são tendência no Brasil e estão sendo exploradas por diversas marcas.

Nelas, os criadores de conteúdo testam e dão impressões sobre produtos, enquanto os espectadores podem realizar compras em tempo real diretamente na plataforma.

Segundo Fabio Mariano Borges, professor do Mestrado Profissional em Comportamento do Consumidor da ESPM, grandes marcas vão apostar no formato para alavancar vendas.

 

2. NFTs, criptomoedas e bolsa de valores

NFT

Um das maiores inovações para o mercado de influencers, eleita como uma das principais tendências para influenciadores digitais está fora do mercado convencional

As NFTs — certificados virtuais únicos muito associados a obras de arte se integram ao mesmo esquema, em conjunto com o trabalho dos influenciadores, em  uma fração de ativos para a comunidade, que tem a propriedade protegida a partir da tecnologia blockchain. Esse modelo já é comum no exterior e, segundo especialistas, poderá chegar ao Brasil.

O professor de Finanças da ESPM Alexandre Ripamonti ,acredita que o uso das NFTs vai virar um ativo fundamental a partir de 2022, com a popularização de pagamentos em criptomoedas.

— Os influenciadores vão poder oferecer o trabalho deles como ativo. Vamos poder investir no influenciador que acreditamos que dará mais retorno — afirma Ripamonti, que destaca que esses avanços para o digital são uma espécie de avant-première para futuros negócios no Metaverso.

Já a criação de uma bolsa de valores para que criadores de conteúdo possam ser apoiados a partir da compra de ações já é uma realidade no Brasil. A plataforma da DIVIhub, cujo registro de emissões foi autorizado pela Comissão de Valores Imobiliários (CVM), oferece uma opção para os influencers se financiarem junto a seu público. O criador de conteúdo apresenta  uma meta de captação de recursos e fragmenta o valor total em “ações” de R$ 10. Todo o processo é realizado por serviços de criptografia.

 

3. WhatsApp e Telegram

influencer digital

Dentro das redes, outra tendência para influenciadores digitais em 2022 é a monetização do trabalho do influencer dentro de grupos de WhatsApp e Telegram.

O negócio baseado na criação de espaços com conteúdos exclusivos para assinantes e contato direto com os influencers movimentou dezenas de milhões de reais para os influenciadores  e promete ser cinco vezes maior em 2022.

Os influenciadores virtuais também devem ganhar espaço, sobretudo com a consolidação do Metaverso.

 

4. Metaverso, 5G e a ascensão dos avatares

Metaverso

Em um novo ambiente virtual, o Metaverso mescla as tecnologias de realidade aumentada e realidade imersiva para criar uma espécie de realidade paralela e tende a ganhar impulso no Brasil com a chegada do 5G.

Essa nova realidade, abrirá novas e diferentes portas para o mercado de influenciadores digitais, que poderão utilizar seu poder de persuasão em universos distintos, ou até mesmo criar seus avatares para lucrar.

Um bom exemplo é a Lu, criada pela Magalu em 2003. A personagem foi inspirada na fundadora da empresa, Luiza Trajano, e tem 5,7 milhões de seguidores no Instagram. Fora das redes, a Lu já fez campanhas para a Adidas e participou de um clipe do DJ Alok.

— Vemos que a associação do Magazine Luiza com a Lu é quase imediata, e ela impacta positivamente o resultado das vendas. Produtos com vídeos dela comentando ou provando um produto influenciam muito a compra — conta Pedro Alvim, desenvolvedor da Lu. Na avaliação da coordenadora de Mídias do ITS, Karina Santos, o influenciador virtual é um fenômeno que permite criar uma identidade singular para o público.

— Além de serem 100% controláveis, também permitem que a empresa construa uma imagem cativante para o público, podem falar das pautas que estão em alta no ambiente digital — explica Karina.

Bia Granja, especialista em marketing de influência da Youpix, também vê enorme potencial no modelo:

— Todo o debate de influenciadores virtuais fica mais interessante quando a gente discute o Metaverso, porque eles já estão preparados para interagir de forma genuína nesse espaço.

 

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